Curso Básico sobre Internacionalização de Empresas

A Monde realiza nos dias 17 e 18 de Abril de 2011, o Workshop sobre Internacionalização de Empresas.

Maiores informações em http://workshopmonde.blogspot.com/

terça-feira, 10 de maio de 2011

Novo case empresarial

O Workshop sobre Internacionalização de Empresas anuncia mais um nome de peso para oferecer o segundo case empresarial: Alessandro dos Santos.


Especialista em Internacionalização de Micro e Pequenas empresas pela PUC-RJ e Gestão Empresarial pelo Centro de Pós Graduação JK, Alessandro dos Santos é formado em Relações Internacionais pelo Centro Universitário de Brasília. Atualmente é Gestor de Projetos do Sebrae/DF onde coordena o Projeto de Internacionalização das MPEs do DF.

Inscrições no site: http://workshopmonde.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A inevitável internacionalização

Por Thiago Lemos Barbosa
Estudante de Relações Internacionais e Consultor da Monde Consultoria Júnior.


A crescente onda de globalização traz para as empresas a necessidade de buscar o mercado externo. Tal afirmação é nada mais do que um fato presente no mundo empreendedor do século XXI, e principalmente no Brasil atual. Com a imagem brasileira crescendo internacionalmente, empresas nacionais observam a demanda por expandirem seus mercados para outros países, e se adaptar a esse mundo de grande dinamismo. Apesar disso, muitos empreendedores desconhecem esse amplo mercado que pode gerar grande lucro ou não sabem como atuar nele.

Durante o século passado, usou-se muito a expressão "século XXI" como sinônimo de algo moderno, inovador, pioneiro. E agora que o vivemos, somos inovadores de fato? O Brasil, sempre tido como o país do amanhã, e agora que o amanhã chegou? O que fazer? Essas questões são inevitáveis aos empreendedores brasileiros, pois, em grande parte, eles serão responsáveis pelo que o Brasil é ou será. Essa responsabilidade é imensa, principalmente para as empresas que se aventuram, no mundo do comércio exterior, mundo onde erros ou acertos podem fazer a diferença bem mais visível entre o sucesso e o fracasso total.

O cenário para o Brasil, atualmente, é promissor. Com bons negócios a vista pelo ciclo de crescimento da economia, e os eventos internacionais como Copa do Mundo e Olimpíadas, há boas chances de lucratividade para as empresas que buscarem o mercado internacional. Além disso, o país vem crescendo sua imagem perante outras grandes nações, o que traz mais visibilidade para o mundo. Portanto, está configurado o momento para a internacionalização. Mas, é preciso conhecimento, informações do mercado a ser atingido no exterior, entre outros quesitos para explorar de maneira eficiente esse campo. Nesse ponto, a consultoria internacional tem sua oportunidade, através de pesquisas de mercado, estudos, relatórios e palestras.

Por isso, com essa necessidade de internacionalizar, e a crescente demanda por pessoas empreendedoras que tenham a visão além da mera criação ou expansão de uma empresa a nível nacional, o workshop trazido pela Monde Consultoria Júnior sobre internacionalização de empresas se torna uma oportunidade única para empreendedores, professores universitários, e alunos de diversos cursos aproveitarem a chance de obter o conhecimento. Pois a oportunidade já está sendo visada por diversos setores e empresas, mas saber como usá-la e transformá-la em negócios, somente com conhecimento e pesquisas pode-se obter um resultado satisfatório.


Inscrições e informações para o Workshop sobre Internacionalização de Empresas em http://workshopmonde.blogspot.com/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A Internacionalização de Empresas como oportunidade para o profissional de Relações Internacionais



Por Julia Mendes de Carvalho
Diretora de Marketing da Monde Consultoria Júnior


A graduação em Relações Internacionais oferece ampla gama de conhecimento em inúmeras áreas como História, Economia e Ciência Política. Com a amplitude do curso e a carreira de internacionalista ainda não regulamentada, as opções profissionais para um profissional da área são grandes.

Em Brasília, o serviço público tem tamanha predominância que, muitas vezes, as outras áreas de possível atuação para o profissional de Relações Internacionais. Observo, como aluna, grande dificuldade em focar em uma área para especialização e isso talvez se dê ao fato de que só enxergamos o caminho mais lógico: o concurso público.

Recentemente, a globalização das economias impôs aos empresários uma nova ordem produtiva. A busca por novos mercados, incentivada pelos governos com incentivos à exportação, evidenciou a internacionalização de empresas como um meio de acesso à novos consumidores e como uma forma de aumentar a competitividade e rentabilidade de uma empresa.

A internacionalização pode ocorrer em grau menor, somente exportando, ou maior, pela criação de cadeiras produtivas no exterior (filiais), com internacionalização também da marca.

Como se pode deduzir, o processo de internacionalização não é fácil. Exige conhecimentos de conjuntura interna e externa, do processo de importação e exportação, capacidade de análise e dedicação. O número de empresas brasileiras com grau maior de internacionalização ainda é pequeno, o que demonstra um mercado latente e, muitas vezes, inexperiente, abrindo portas para profissionais especializados que possam prestar consultoria e assessoramento.

Brasília, assim como outras cidades do país, tem empresas já bem estruturadas internamente que possuem o interesse em se internacionalizarem. Contudo, esta área ainda não foi totalmente percebida como oportunidade para aqueles que não pretendem seguir a carreira pública.

A Monde Consultoria Júnior tem como uma de suas metas oferecer treinamentos diversos para estudantes, graduados e profissionais. Como nossa primeira iniciativa, realizaremos o Workshop sobre Internacionalização de Empresas nos dias 17 e 18 de Maio. É uma ótima oportunidade por quem tem interesse em conhecer o tema e praticar o networking.

Para inscrições e outras informações, acessem http://workshopmonde.blogspot.com/

terça-feira, 26 de abril de 2011

Empresa Júnior e empreendedorismo

Por: Marcelo José Ferraz Ferreira


Todos já sabem que as empresas juniores são um sucesso no meio universitário. O conceito de empresa júnior, de origem francesa (a primeira surgiu na ESSEC – L’Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris, em 1967) ganhou o mundo, e, no Brasil — já há bastante tempo –, diversas universidades, sejam elas particulares ou públicas, já criaram as suas próprias empresas juniores.

Recebi um e-mail de uma estudante do quarto ano da faculdade de Direito da Universidade Federal de Viçosa, através do qual fui indagado se entendia como viável a criação de uma empresa júnior jurídica.

A minha resposta não poderia ser diferente de um estrondoso “sim”.

Já relatei em outros posts que o estudante de Direito — sem deixar de desenvolver, mais e mais, o estudo teórico e técnico desta ciência, em suas diversas especialidades –, deveria desenvolver a prática do empreendedorismo, o conhecimento sistêmico da estrutura empresarial, além do estudo de outras técnicas relevantes para o exercício de qualquer (eu disse qualquer) das profissões jurídicas que venha a exercer no futuro, como, por exemplo, a negociação ou a mediação.

E a empresa júnior jurídica representa um importante espaço para aqueles que pretenderem dar seus primeiros passos para uma atuação no meio corporativo, direta (em um departamento jurídico) ou indiretamente (através de um escritório de advocacia).

É bem verdade que em várias universidades já existem escritórios modelos de advocacia e juizados especiais cíveis. Mas nem por isso a idéia de uma empresa júnior jurídica deixaria de ser viável ou necessária.

A empresa júnior jurídica transcenderia a atividade da advocacia e a atividade judicial. Sem perder o seu foco ou objetivo, ou seja, a prestação de serviços jurídicos (e outras atividades correlatas ao meio acadêmico naturalmente), teria ela um papel mais amplo ou abrangente, uma vez que cuidaria das atividades gerenciais e até mesmo da viabilidade econômica do empreendimento, dentre outras atribuições.

E, não sejamos inocentes: por mais que a atividade da advocacia não tenha caráter mercantilista (com o que concordo plenamente), não há nenhuma dúvida de que aadministração de um escritório de advocacia segue os mesmos princípios aplicados à administração de uma empresa qualquer. É aí que o desenvolvimento de técnicas de administração (mesmo que básicas e absorvidas de forma empírica) e do empreededorismo passam a ter significativa importância na formação profissional do aluno do curso de Direito.

Desculpe-me. Na verdade, o empreededorismo não é importante somente aí, na administração. Aliás, vai muito além disso. É importante para própria vida, para a própria profissão. Empreeder, em essência e no sentido figurado, poderia se resumir na fórmula “ter uma idéia (mesmo que absurda) + tomar iniciativa + seguir adiante (apesar das dificuldades)“. E para aqueles que acham que empreender é para quem é empresário, para quem atua no ramo privado, devo dizer que a idéia de empreendedorismo pode ser desenvolvida — e aplicada — até mesmo por aqueles que queiram ocupar um cargo público (por mais contraditório que isto aparente ser). Ou a fórmula indicada não pode ser utilizada pelos que “estudam para concurso” ? Ou até por aqueles que já ocupam um cargo público: saibam, por exemplo, que juízes também têm metas a cumprir e se quiserem ter a chance de se tornarem desembargadores, também terão que empreender!

Enfim, seja para o simples conhecimento de técnicas ou modelos de gerenciamento, seja para o desenvolvimento do “espírito empreendedor” no estudante do curso de Direito, entendo como viável e relevante a criação de empresas juniores, no âmbito jurídico.


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ciclo de Palestra sobre Internacionalização de Negócios

A Monde Consultoria Júnior convida a comunidade empresarial e acadêmica de Brasília para ciclo de palestras sobre Internacionalização de Negócios, a ser realizado no Laboratório de Negociações (Bloco B), do Campus Sul do IESB, no dia 29/04, às 9h00.

Programação
- A Marca Brasil - EMBRATUR
- Os desafios da internacionalização - Expedito da Silva (APEX)
- O mercado internacional para empresas brasileiras - Isabela Cordeiro (APEX)

Dispomos de 10 vagas. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail monde.ej@gmail.com, enviando nome, ocupação profissional, empresa ou faculdade e, se for o caso, o semestre que cursa. Não haverá certificado para os participantes.

A atividade se insere nas preparações do Workshop sobre Internacionalização de Empresas que a Monde está organizando em maio próximo, aqui em Brasília. O workshop trará renomados profissionais para explorar o passo-a-passo da internacionalização, desde as dificuldades que o empresário encontra, até toda a logística que deve ser pensada para ingressar em novos mercados. Mais informações em http://workshopmonde.blogspot.com/

 ou pelo nosso e-mail (monde.ej@gmail.com).

A importância do Marketing para Empresas Juniores

Por Felipe Guedes
Em: http://migre.me/4lq77

O Marketing é uma área essencial para o desenvolvimento de uma empresa, tanto Junior quanto Senior.
Nas Empresas Juniores o que devemos destacar, em primeira instancia, é que não se trata de uma atividade meramente ligada a propaganda, esta é apenas uma pequena parte do que o Marketing deve ter como foco. Eu diria que é somente um "P" dos 7 que acredito que existam neste tipo de empresa. Mas a relação destes "P"s tratarei em um outro post.

O que gostaria de destacar neste é a necessidade de conscientização de que o Marketing é algo maior do que muitas vezes é visto em Empresas Juniores, principalmente as recém criadas. Nestas, muitas vezes o Marketing é tratado como uma área voltada à organização de eventos, o que muitas vezes vi se tornar uma cultura inerente à estas Empresas e que acabam por engessar as demais áreas pela falta de uma atividade eficiente de Marketing.

Historicamente, tenho percebido que isto ocorre devido a falta de captação de projetos no inicio dos trabalhos destas Empresas, elas acabam recorrendo a organização de eventos como principal fonte de recursos, e com a área de Marketing sem qualquer foco no cliente. Esta fica muito prejudicada e necessita de um trabalho muito forte para reestruturação.

Em relação a esta reestruturação algo muito difícil de se trabalhar é com a cultura destas Empresas de que as operações de Marketing devam ser estruturadas por meio de planejamentos de curto prazo. Isto é algo extremamente prejudicial pois esta reestruturação pode ser totalmente comprometida. Reestruturação é um assunto muito extenso pois já tenho um pouco de experiencia com este tipo de assunto, tanto em minha Empresa Junior quanto no Diretorio Acadêmico que trabalhei, apesar deste o meu trabalho de reestruturação ser focado principalmente em Divulgação e sem muito planejamento acredito que a experiência também tenha sido extremamente valida. Estenderei o assunto em próximos posts.

A importência do Marketing só é vista quando ele deixa de ser uma atividade meramente operacional e passa a ser de cunho estratégico, apesar de que esta cultura inerente as Empresas Juniores, principalmente as de cursos que não tem disciplinas de gestão, acabam por deixar a visão estratégica totalmente ofuscada, sendo que muitas vezes pode até mesmo passar disso e criar uma força contrária ao movimento rumo a estruturação estratégica. Como trabalhar isto ainda é algo que ainda não descobri, é algo que meche muito com a estrutura da Empresa podendo esta vir a se fechar em caso da hierarquia existente onde muitas vezes grandes idéias saem de baixos níveis e são barradas e até mesmo inibidas pelos que ocupam cargos de maior poder decisório.

Mas trabalhar que esta importância seja vista não é impossível, só deve haver um trabalho contínuo para que sejam estinguidas forças contrarias a corrente e que sejam limpos os óculos que destorcem tal visão. Para isto é necessário um empenho que muitas vezes excede a capacidade dos executores, não peço para que superem tal barreira mas que se motivem a destruí-la ou diminuí-la ao máximo pois só assim pode-se sonhar que um dia tal foco seja alcançado.

domingo, 17 de abril de 2011

Empreendedor social: protagonista chave do desenvolvimento

Por LUIZ CARLOS MEREGE* (fonte: http://migre.me/4cWVB)

Na literatura econômica, o termo empreendedor foi utilizado pela primeira vez pelo economista Joseph Alois Schumpeter. Considerado um dos maiores economistas da primeira metade do século XX, ele é responsável pela teoria dos ciclos econômicos, que coloca o empreendedor econômico como elemento chave para que um país saia da recessão ou depressão.

Para ele, empreendedor é responsável por ações inovadoras que colocam o país novamente no caminho do crescimento econômico. A criação de um novo produto, mudanças no processo produtivo, o uso de uma nova matéria-prima, a introdução de um sistema revolucionário de comercialização e a quebra de monopólio são exemplos dessas ações.

A inovação para Schumpeter só pode ser considerada como tal desde que tenha como pano de fundo o avanço tecnológico. Daí a importância que desde sua obra se tem dado ao investimento que os países devem fazer em pesquisas tecnológicas.

Entretanto, a conquista cientifica só terá significado quando transformada em uma daquelas ações econômicas inovadoras, metamorfose que acontece por obra do empresário empreendedor.

Embora Schumpeter tenha defendido que esse era o caminho para o desenvolvimento, os economistas contemporâneos chamam a atenção que a receita idealizada por ele, na realidade, poderia resultar somente no crescimento da riqueza de um país, principalmente como estratégia antirrecessiva.

Por desenvolvimento entende-se que o crescimento contínuo da riqueza do país, acima da taxa de crescimento da população, deve ser acompanhando de mudanças na distribuição de renda, na estrutura social e política, resultando na melhoria dos indicadores econômicos, sociais e ambientais.

Tomando como referência essa ultima definição pode-se afirmar que o empreendedor social é atualmente o protagonista chave para o desenvolvimento de nosso país. Nos últimos anos, nossos indicadores econômicos melhoraram, mas ainda se faz necessário profundas transformações, principalmente no campo social.

O empreendedor social tem sido o grande responsável por ações inovadoras na educação, na saúde, no saneamento básico, no desenvolvimento comunitário graças às novas tecnologias sociais que tem criado.

A criatividade do empreendedor social não tem limite e pode ser atribuída à própria natureza das organizações do terceiro setor, que garante, aos seus dirigentes, liberdade total para instituir e experimentar novas técnicas de promoção humana, nos campos em que atua.

A liberdade para inovar tem sido uma das fortes razões que explica a enorme atração que o terceiro setor exerce sobre espíritos inquietos que não se conformam com o nosso status quo.

A indignação somada à liberdade criadora e transformada em novas técnicas sociais: eis aí a receita de que tanto necessitamos e que o empreendedor social, como ninguém, sabe usar.

*Luiz Carlos Merege --economista, mestre e doutor pela Maxwell School of Citizenship and Public Affairs da Universidade de Syracuse, de Nova York (EUA), é presidente do Iats - Instituto de Administração para o Terceiro Setor e autor do livro 'Terceiro Setor: A arte de administrar sonhos'. E-mail: merege@iats.org.br